Foi esclarecido na manhã desta segunda-feira (25) o caminho para a votação da Reforma Política no Brasil. Entre as definições, não haverá mais a sessão da Comissão Especial, responsável por votar a matéria. Será passado diretamente ao Plenário da Câmara dos Deputados, que destina todas as sessões deliberativas - de terça-feira (26) a quinta-feira (28) - para a discussão e votação da reforma política (PECs 182/07 e outras). O trajeto foi construído em uma reunião na casa do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), baseado na insatisfação com os trabalhos da Comissão Especial.
Mudanças
Votar diretamente a reforma em plenário determina perda de todo e qualquer poder de decisão por parte da Comissão Especial criada para esta votação e que discute o tema há três meses. Após sucessivos adiamentos, um relatório elaborado pelo deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) ainda não foi aprovado.
Segundo especulações, o texto a ser discutido no dia 26 será menor, incluindo a coincidência de mandatos - continuando quatro anos para deputados e oito para senadores -, o fim da reeleição, a fidelidade partidária e o sistema chamado de distritão.
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Foi esclarecido na manhã desta segunda-feira (25) o caminho para a votação da Reforma Política no Brasil. Entre as definições, não haverá mais a sessão da Comissão Especial, responsável por votar a matéria. Será passado diretamente ao Plenário da Câmara dos Deputados, que destina todas as sessões deliberativas - de terça-feira (26) a quinta-feira (28) - para a discussão e votação da reforma política (PECs 182/07 e outras).
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